Depois de quase uma década, continua sendo o segundo jogo mais relevante do século XXI

The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Meu primeiro contato com a obra foi por um emulador de WiiU, e isso me proporcionou uma experiência bastante negativa. Senti que aquilo não deveria ser jogado daquela maneira. E como adquiri um Nintendo Switch, não tinha por quê eu não dar uma segunda chance. Assim como The Phantom Pain, Breath of The Wild brilha em suas mecânica e imersão, mas não entrega quase nada de narrativa. Ela é tão vazia que não dá para criticar, e nem elogiar.

Os santuários são chatos. Mesmo me sentindo um gênio quando solucionadas, é algo que você mais faz pela obrigação do que pelo ato de fazer, sendo que o objetivo principal é mostrar como os recursos do jogo funcionam. A exploração do mapa, apesar de necessária, não é obrigatória, você faz quando e o quanto quiser, mesmo o jogo não te dando nada por isso, ainda assim, é a melhor experiência do jogo.

Eu não faria 100% dele hoje em dia, já que há uma sequência. Mas se eu passasse mais de 5 anos sem um novo, definitivamente seria um jogo que revistaria pelo menos uma vez na semana. É aquele tipo de obra que vão continuar descobrindo coisa por muito tempo.

Não me incomodei com a fragilidade dos equipamentos (vamos desconsiderar o fato de eu ter usado um bug pra pegar a Master Sword um pouco mais cedo do que eu deveria porquê eu nãoa aguentava mais resolver santuários). Mas no geral, não é um jogo difícil. O power level da obra não se baseia em níveis, e sim na qualidade dos recursos que você tem, e a exploração permite acessar determinadas áreas um pouco mais cedo para conseguir equipamentos mais fortes.

No mais, é um jogo incrível. Apesar do Tears of The Kingdom deixá-lo obsoleto.

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